Stephanie In The Water

13 de agosto de 2014
Roxy Brasil Stephanie Gilmore in the water

Quando Steph Gilmore conquistou o seu primeiro título mundial, ainda como uma novata de 17 anos, em 2007, tornou-se óbvio que a adolescente iria mudar o rumo do surf profissional feminino. Nos anos seguintes vimos como Steph surfava com facilidade nas competições e acumulou títulos mundiais em abundância no Circuito Mundial.

Destinada a se tornar uma das atletas mais dominantes da história do esporte, o mundo, assim como o World Tour, pareciam pertencer a Steph. Até que aconteceu  uma tragédia.

No auge de sua carreira, Steph foi atacada na garagem de sua casa, em Rainbow Bay, por um homem com problemas psíquicos, que carregava um pé de cabra. As lesões físicas, que a deixou com um pulso quebrado, foram curadas muito mais depressa do que as feridas mentais.

Ser atacada, por um completo estranho, no prédio onde vive causou marcas em seu psicológico. O surf de Steph sofreu e ela caiu do pódio. “Era como se eu tivesse dormido um ano inteiro”, comentou Gilmore.

É essa narrativa, que passa de uma ascensão meteórica para a dor e superação de uma tragédia, que dá o tom do filme biográfico de Steph, “Stephanie In The Water”. Após anos de produção, o filme narra as atribulações e triunfos de um jovem fenômeno. Todas as histórias de Steph estão limpas e embaladas no filme.

Nós presenciamos Steph evoluindo de uma jovem surfista adolescente, cheia de energia, para uma campeã mundial madura. Completo, com imagens de arquivo, é como se quase todos os grandes momento dos últimos anos tivessem sido documentados.

Roxy Brasil Stephanie Gilmore in the water

Foto: Maassen

Os pontos fortes do filme estão no acesso irrestrito do cineasta Ava Warbrick com Steph. Marcado por entrevistas francas, que só ocorrem quando o documentarista e o sujeito tem uma relação estreita. “Stephanie In The Water” realmente leva você para dentro da mente de Steph Gilmore, que inclui momentos bons e ruins.

Em um ótimo nível visual, o filme encontra o sucesso na sua capacidade de refletir a emoção da história de Steph através de seu surf. Os pontos altos, quando os títulos mundiais são alcançados, são expressos através de sessões de sol e batidas de som despreocupadas.

Momentos mais escuros, no momento de seu ataque e recuperação, são espelhados com cortes em preto e branco granulado, juntamente com lembranças e lágrimas nos olhos, relembrando esta experiência de um incidente tão lamentável.

Se você é fã de surf ou alguém vagamente interessado ​​em como é ser uma surfista profissional hoje, definitivamente, você precisa assistir “Stephanie In The Water”.

Dê o play abaixo no trailer oficial.

 


Stephanie In The Water já está disponível (em inglês).

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Quatro conselhos de Sally

11 de agosto de 2014
Roxy Brasil Conselhos Sally Fitzggibons

Após mais uma incrível vitória no WCT, que colocou Sally Fitzgibbons de volta na corrida pelo título mundial com Carissa Moore, Sally resolveu passar alguns dias em sua onda favorita nas Maldivas, Lohis Left.

Enquanto estava lá, ela sentou-se com o Lucas Townsend, da World Surfaris, para realizar uma entrevista. Com o US Open, o qual Sally chegou a semifinal, a todo o vapor e junto com ele a corrida pelo título, eles resolveram compartilhar quatro ideias rápidas da mente de Fitzgibbons:

1 – Uma campanha pelo título mundial dura mais do que um ano.

“Mick (Fanning) me deu alguns conselhos no ano passado e eu realmente me concentrei neles. Ele disse que sua campanha pelo título mundial havia começado na metade do ano anterior. Então eu venho tentando surfar o meu melhor para ganhar desde a etapa da Europa no ano passado e declarei, ‘é melhor tomar cuidado no próximo ano, aqui vou eu’.”

2 – O Women’s World Tour não é apenas abraços e sorrisos.

“Somos concorrentes, todas nós estamos perseguindo o mesmo objetivo. Claro que respeitamos umas as outras e temos a familiaridade de viajar o mundo juntas. As pessoas podem ter a impressão de que ainda estamos felizes e carinhosas depois de uma perda, mas você coloca toda sua energia para perseguir a vitória e bem, você não vê a camaradagem no esporte dos homens, não é? É a mesma coisa.”

3 – Perder sempre dói.

“Quando eu era mais jovem realmente não conseguia controlar. Eu mal conseguia chegar ao carro, e estava frustrada ou com raiva de algo que aconteceu e tinha acabado de chorar. Agora, eu ainda choro depois de cada perda ou quase perda, mas não onde todos podem me ver (risos).”

4 – Steph e Sally dividiram o beliche no Fiji Pro, e depois desistiram.

“Eu estava lá há duas semanas até que encontrei uma mala da Roxy do lado de fora do quarto quando todos começaram a chegar, e quem organizou os quartos tinha colocado Steph e eu juntas. Provavelmente Steph e eu poderíamos nos dar bem, pois somos duas pessoas muito descontraídas. Mas nós duas nos entreolhamos e ficamos tipo, ‘ahh… então vamos ficar no mesmo quarto?’. Foi estranho estar nesse ambiente para uma etapa e estar ‘preso’ em uma pequena caixa com o seu adversário. Não durou muito tempo, nós somos muito competitivas. Competimos por tudo, até mesmo por um pingue-pongue. Então, de qualquer maneira, ela foi para o outro lado da ilha para ficar na casa de hóspedes do proprietário.”

Roxy Brasil Conselhos Sally Fitzggibons

Com tanta força e determinação, será que vem título por aí? Vamos aguardar!

Imagens: Richard Kotch

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Uma convidada especial

8 de agosto de 2014
Roxy Brasil Kelia Moniz Duct Tape Invitational

Nossa longboarder, Kelia Moniz, foi convidado para participar do exclusivo Duct Tape Invitational, este ano no US Open. O Invitational foi criado pelo bicampeão mundial de longboard da ASP, Joel Tudor, para mostrar o estilo progressivo e criatividade dos melhores do mundo na categoria.

Os convidados competem em quatro baterias homem a homem com suas single fins. As regras do concurso: sua prancha deve pesar pelo menos 12 libras, você não pode usar leash; e você pode surfar quantas ondas quiser!

Surfando com sua single fin vermelha, Kelia foi uma dos apenas 16 surfistas de longboard (com apenas duas mulheres) convidados para competir no evento anual.

Kelia remou para o outside em sua bateria com Tyler Warren, Ryan Burch e Andy Nieblas. Ela marcou pesado, agarrando trilhos e mostrando seu estilo intemporal, terminando em 3º na bateria, com uma pontuação de 10,80.

Roxy Brasil Kelia Moniz Duct Tape Invitational

Roxy Brasil Kelia Moniz Duct Tape Invitational

Roxy Brasil Kelia Moniz Duct Tape Invitational

Roxy Brasil Kelia Moniz Duct Tape Invitational

Roxy Brasil Kelia Moniz Duct Tape Invitational

Roxy Brasil Kelia Moniz Duct Tape Invitational

Siga Kelia no Instagram (@keliamoniz) para mais imagens de seu lindo estilo no longboard!

 

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Steph em P-Pass

6 de agosto de 2014
Roxy Brasil Stephanie Gilmore Vídeo P-Pass

Bem, somos suspeitas para falar, mas nós amamos a Stephanie. Ela é tão suave e encantadora. Neste trechinho que vai ilustrar o filme ‘Stephanie in the Water’, nossa top passeia por longos e deliciosos tubos num paraíso chamado Micronésia.

O documentário é dirigido por Ava Warbrick, e já está sendo produzido há três anos. O vídeo reproduz histórias e um pouco da vida de Steph. E se você já está louca para assistir, pode ficar tranquila, pois a cinebiografia deve ser lançada no iTunes em algum momento deste início de agosto.

Mas como o filme ainda demora para chegar ao Brasil, vamos matar um pouquinho este desejo assistindo Steph contagiar a todos com sua alegria em P-Pass!

 

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Na água, de wetsuit

4 de agosto de 2014
Roxy Brasil Na água de wetsuit

O inverno chegou e você não pensa duas vezes: deixa seu wetsuit sempre na mochila. Seu modelo de neoprene além de lindo é flexível, confortável, seca rápido, não pesa e deixa seu corpo quentinho em pleno oceano na estação mais fria do ano. Mas nem sempre foi assim…

O wetsuit chegou para ficar na metade do século XX, e antes disso o surf não durava muito mais do que meia hora quando praticado em águas geladas. E não vá pensando que clima quente é sinônimo de surf sem roupa de borracha. Nada disso.

Em lugares como a Califórnia e o Peru, mesmo quando o astro rei predomina e as cangas e biquínis colorem a areia, dentro do mar não tem jeito: a água é gelada e você só resiste por mais tempo vestindo o seu wetsuit.

Diversos materiais foram testados antes do neoprene, como o PVC, espumas de plástico, borracha… Um dos primeiros experimentos foi, acredite se quiser, lã embebida em óleo – por se tratar de um líquido que repele a água. Como você já deve ter percebido, quem veio para ficar foi mesmo o neoprene, para a nossa sorte.

Naqueles dias frios e nublados, só temos a agradecer por estar com nosso long john da Roxy guardado no porta-malas do carro. Além da evolução no surf, nossos wetsuits permitem manter o estilo dentro d’água também. Experimente o seu e vá colorir o oceano!

Roxy Brasil Na água de wetsuit

Roxy Brasil Na água de wetsuit

Roxy Brasil Na água de wetsuit

Roxy Brasil Na água de wetsuit

Roxy Brasil Na água de wetsuit

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